Rubéola - Transmissão, complicações e síndrome da rubéola congênita

 

Rubéola - CDC

O que é rubéola?

A rubéola é uma doença viral altamente contagiosa caracterizada por febre leve, manchas na pele e glândulas inchadas. Embora a maioria dos casos seja moderada, se a rubéola for contraída no começo da gravidez ela pode passar da mãe para o filho através da corrente sanguínea e resultar em defeitos de nascença ou morte do feto.

Transmissão da rubéola

O número de casos de rubéola declinou dramaticamente desde a introdução da vacina contra essa doença em 1969. A transmissão da rubéola ocorre pelo contato direto com secreções nasais de pessoas infectadas. Rubéola pode ser transmitida ao respirar gotículas no ar de uma pessoa infectada quando ela tosse, fala ou espirra. Rubéola pode ser transmitida de sete dias antes até sete dias após o aparecimento das manchas. Infecção passada de rubéola torna a pessoa imune.

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Sintomas da rubéola

A rubéola é uma doença que apresenta pouco ou nenhum sintoma. Os sintomas podem incluir machas de pele, febre leve, dor nas articulações, dor de cabeça, desconforto, nariz escorrendo, dor de garganta e olhos vermelhos. Os nódulos linfáticos atrás das orelhas e do pescoço podem inchar, causando alguma dor. As manchas, as quais pode coçar, aparecem primeiro na face e progridem da cabeça aos pés. Essas manchas duram em torno de três dias. Em torno de metade dos casos de rubéola há o aparecimento de manchas na pele. O período de incubação da rubéola é geralmente de 14 dias, variando de 12 a 23 dias. 

Complicações associadas à rubéola

As complicações associadas à rubéola ocorrem mais freqüentemente em mulheres, as quais podem sofrer artrite ou artralgia, geralmente afetando os dedos das mãos, pulsos e joelhos. Esses sintomas nas articulações raramente duram mais do que um mês após o aparecimento das manchas. Até 85% dos bebês infectados com rubéola no primeiro trimestre de gravidez sofreram defeitos de nascença e/ou anormalidade neurológicas (síndrome da rubéola congênita).

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Tratamento da rubéola

Não existe tratamento específico para rubéola.

Vacina contra rubéola

A vacina contra rubéola (MMR) é dada em combinação com sarampo e caxumba. Crianças devem receber duas doses da vacina MMR, sendo a primeira entre 12 e 15 meses de idade e a segunda entre 4 e 6 anos. Campanhas de vacinação de adultos são importantes para evitar que mulheres contraiam rubéola durante a gravidez. Mulheres grávidas não devem ser vacinadas contra rubéola e deve-se evitar a gravidez até 30 dias após a vacinação.

Síndrome da rubéola congênita

A síndrome da rubéola congênita ocorre em pelo menos 25% dos bebês nascidos de mulheres que tiveram rubéola durante os três primeiros meses de gravidez. A infecção de uma mulher grávida pode ocasionar aborto espontâneo, morte do feto ou defeitos de nascença no bebê que podem incluir surdez, cegueira, catarata, defeitos cardíacos, retardamento mental, e danos ao fígado ou baço.

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Créditos:
Tradução: © 2009, Hélio Augusto Ferreira Fontes.
Texto: New York State