Asma - Tratamento

Como é o tratamento e controle da asma

Asma é uma doença crônica, que não tem cura. O objetivo do tratamento para asma é controlar a doença. O bom controle da asma irá:
* Prevenir sintomas crônicos e problemáticos, como tosse e falta de ar.
* Reduzir a necessidade de remédios para alívio rápido.
* Ajudar a manter boa função pulmonar.
* Manter níveis de atividade normais e sono de noite.
* Prevenir ataques de asma que podem resultar em internação de emergência em hospital.

Ter papel ativo no controle da asma envolve trabalhar com seu médico para criar e seguir um plano de tratamento. Também significa evitar fatores que podem ocasionar ataques de asma e tratar outras condições médicas que possam interferir com o controle da asma.

O plano de tratamento para asma dá direcionamento sobre tomar remédios apropriadamente, evitar fatores que pioram a asma, acompanhar o nível de controle da asma, responder à piora da asma, e procurar cuidados de emergência quando necessários.

Asma é tratada com dois tipos de remédios: para controle de longo prazo e para alívio rápido. Remédios de controle de longo prazo ajudam a reduzir a inflamação das vias aéreas e prevenir os sintomas da asma. Já os remédios de alívio rápido visam aliviar rapidamente os sintomas de ataque de asma.

O tratamento inicial dependerá da severidade da asma. O tratamento continuado dependerá de como o plano de ação para a asma estiver funcionando para controlar os sintomas e prevenir ataques de asma.

O nível de controle da asma pode variar com o tempo e com mudanças nos ambientes de casa, escola e trabalho que alteram a freqüência de exposição a fatores que podem piorar a asma. O médico pode precisar aumentar a medicação se a asma não ficar sob controle. Por outro lado, se a asma estiver bem controlada por vários meses, o médico poderá diminuir a medicação. Essas ajustes ajudam a manter o melhor controle possível com a menor quantidade de medicação necessária.

O tratamento de asma para certos grupos de pessoas, como crianças, mulheres grávidas, ou aqueles nos quais exercícios deflagram sintomas da asma, precisará de ajustes para atender necessidades especiais.

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Parte do tratamento para asma é evitar fatores que a podem piorar

Várias coisas comuns podem piorar os sintomas da asma. Uma vez que se conhece esses fatores, pode-se tomar medidas para evitá-los. Por exemplo, se exposição ao pólen o poluição atmosférica piora a asma, tente limitar o tempo ao ar livre quando o nível dessas substâncias estiver elevado. 

Se os sintomas da asma estiverem claramente ligados a alégernos que não consegue evitar, o médico poderá recomendar vacina para alérgenos específicos.

Várias condições médicas podem tornar asma mais difícil de controlar. Essas condições médicas incluem sinusite, doença de refluxo, apnéia do sono e estresse emocional. O médico tratará essas condições médicas também como parte do controle da asma.

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Checkups para acompanhamento do tratamento para asma

Quando o paciente começa o tratamento para asma, ele visita o médico a cada 2 a 6 semanas. Assim que a asma estiver sob controle, o médico poderá examinar o paciente desde 1 vez ao mês até 2 vezes ao anos.

Baseado nos checkups o médico pode mudar as doses dos remédios ou prescrever um novo medicamento. Se o controle da asma estiver bom, o paciente poderá tomar menos remédios. O objetivo é usar a menor quantidade suficiente para controlar a asma.

Tratamento de emergência para asma

A maioria das pessoas com asma, incluindo muitas crianças, pode controlar com segurança seus sintomas através do tratamento. Porém, o paciente com asma pode precisar de atenção médica. Ligue para seu médico caso os remédios não aliviem um ataque de asma. Emergência médica deve ser chamada caso o paciente:
* Tenha problemas para caminhar ou falar por causa da falta de ar.
* Tenha lábios ou unhas azuis.

No hospital o paciente será monitorado de perto e receberá oxigênio e mais remédios, assim como medicamentos em doses mais elevadas que as tomadas em casa. Esse tratamento pode salvar a vida da pessoa com asma.

Tratamento de asma para idosos

Os médicos podem precisar ajustar o tratamento de asma para idosos que tomam alguns outros remédios, como beta-bloqueadores, aspirina ou outros analgésicos, e antiinflamatórios. Esses remédios podem impedir que a medicação para asma funcione apropriadamente e também podem piorar os sintomas de asma. O paciente com asma deve certificar-se de informar ao médico sobre toda a medicação que toma, incluindo remédios que não necessitam de receita médica.

Idosos podem desenvolver ossos fracos ao usar corticosteróides inaláveis para tratamento da asma, especialmente em doses elevadas. Converse com seu médico sobre tomar suplementos de cálcio e vitamina D, e sobre outras formas de manter os ossos fortes.

Tratamento de asma para mulheres grávidas

Mulheres grávidas com asma precisam controlar a doença para certificar um bom suprimento de oxigênio ao bebê. O controle ruim da asma pode elevar as chances do bebê nascer prematuro e com pouco peso. O controle ruim da asma pode até por em risco a vida do bebê. Estudos mostram que é mais seguro tomar remédios para asma na gravidez do que arriscar ter um ataque de asma. Se você tem asma e pretende engravidar, converse com seu médico.

Tratamento para pessoas que têm asma durante exercícios físicos

Os exercícios físicos são uma parte importante de estilo de vida saudável. Adultos precisam de exercícios físicos para manter boa saúde. Crianças precisam de atividades físicas para crescimento e desenvolvimento.

Porém, em muitas pessoas, exercícios físicos podem desencadear sintomas da asma. Se isso acontecer a você ou a seu filho, converse com o médico sobre as melhores formas de controlar a asma de modo que possa ficar ativo fisicamente. Alguns medicamentos podem prevenir sintomas de asma decorrentes de atividade física.

Começar devagar os exercícios físicos com um período de aquecimento pode ajudar. Se a pessoa com asma tomar os remédios da forma indicada pelo médico, ela deve ser capaz de fazer exercícios físicos e esportes.

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Créditos:
Tradução: © 2009, Hélio Augusto Ferreira Fontes.
Texto: National Heart Lung and Blood Institute